quinta-feira, 13 de março de 2014

Freycinet National Park

Aê! Praia!!

Alooouuu, meu povo!!
  Espero que vocês estejam se divertindo na Tasmânia porque já está acabando! Hoje saímos cedo de nossa pequena base em Hobart e partimos rumo à Freycinet National Park. O que tem lá? Praias! Praias maravilhosas! Destaque aqui para Honeymoon Bay, onde eu perdi meus óculos mas ainda assim pude apreciar a vista e Wineglass Bay, que é linda mas exige que você escale uma montanha para vê-la e desça essa mesma montanha para visitá-la. Vale o esforço, mas uma subida só foi o bastante para mim e fui até o mirante apenas, de onde ainda deu pra ver as Friendly Beaches e a Sleepy Bay. Tem também alguns faróis caso você os ache bonitos e se você tiver sorte pode ver baleias por lá. Bom, não tem muito o que falar, o interessante mesmo vocês verão nas fotos:
Ah! Como sempre, ainda recebemos a visita de um canguru selvagem! Esse era tão simpático que aceitou nossas maças :D
Wineglass Bay

O farol das baleias

O que você vê do farol das baleias

Cape Tourville

Nem lembro qual é essa, foi mals


Canguru selvagem e nossa amiga Bárbara

Wineglass Bay

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De Freycinet fomos para Bicheno, onde passamos a noite no hostel mais fofo que vi em toda a Tasmânia, chamado Bicheno Backpacker (Muito criativo, diga-se de passagem). Os beliches eram de madeira, tinham cortinas e escadas boas de subir e até uma espécie de armário debaixo das camas. E ainda tinha uma excursão de um povo muito maluco simpático por lá.
 Bicheno é minúscula e a maior atração da cidade é ver a marcha dos pinguins do mar para a praia. É muito fofinho! Tem pinguins de todos os tamanhos! Montes deles! E também alguns ninhos onde você pode ver os filhotinhos. Alguns nascem separados e aí o mais velho fica muuuuito maior que o mais novo, que acaba não conseguindo comer nada e morre, o que é muito triste porque os pequetitos são os mais fofos!
 É bonitinho também como é fácil identificar as famílias. Os pais ficam com os filhotes enquanto as mães buscam comida. Assim que elas voltam ficam alimentando os bebês e os pais ficam meio que na porta do ninho gritando para afugentar os predadores.
 Você vai ver tanto pinguim que vai cansar deles e aí te sugiro olhar o céu. Sim, você leu certo. Nenhuma luz pode ser acesa perto da praia porque pode assustar os pinguins, portanto o show é todo das estrelas. Simplesmente espetacular! Mas vou ficar devendo as fotos dessa parte porque são proibidas, foi mals.
 Depois de colocar todos os pinguins em suas devidas caminhas, voltamos para o nosso hostel fofíssimo e nos preparamos para voltar a Launceston.

sábado, 8 de março de 2014

Port Arthur

Taz versão bad boy das prisão mano

Alooouuu Brasil!
 Deixa eu contar uma coisa triste pra vocês: Estamos aqui falando da Tasmânia sendo que depois disso eu já fui à Nova Zelândia, Perth, Melbourne, Malásia e Indonésia. Sim! Eu sei!! Sou muito enrolada! Já disse isso várias vezes, mas se tudo me permitir, vou acelerar essa palhaçada aqui. Então chega de enrolação e bora conhecer Port Arthur!
Isso é Port Arthur

  Na verdade, antes de Port Arthur, uma paradinha em Richmond, que é mais ou menos no caminho. O que tem de famoso lá é uma ponte histórica muito bonita, pela qual nós passamos e eu não entendi o porquê da fama. O que nós realmente fizemos lá foi ir ao ZooDoo, um zoológico aproximadamente no meio do nada e bem pequenininho. Ele só tem uma placa indicando e vendo da estrada parece só mais uma fazenda. E é quase isso mesmo.
  A parada valeu a pena? Eu diria que sim. Como em alguns dos vários zoológicos australianos, alguns animais ficam soltos e você pode comprar comida para alimentá-los ou só brincar mesmo. No ZooDoo temos cachorro, coelho, porquinho da índia, ovelhas, veados e montes de cangurus, inclusive alguns brancos! Também rola de alimentar alguns animais presos avestruz, lhamas e leões. Yep, leões, brancos também (Além de leões e cangurus o ZooDoo também tem um pavão branco. Acho que eles gostam bastante da cor). Mas esses você precisa comparecer nos horários específicos. E por apenas 150 dólares você pode brincar com os filhotinhos! Não, eu não tinha 150 dólares. E ainda tem uns bichinhos diferentes para ver, como suricatos (Ou Timão, o amigo do Pumba) e, claro, demônios da Tasmânia.
Ao ataque!

Ela tem um bebê!!

Eu também tenho um bebê!

Viu? Uma fazenda



Eu não brinquei com a avestruz, então
 fiquem com a participação especial de Ana

Uma lhama

Um leão "branco"

Ela tava com fominha...




















Saindo de Richmond, fomos para Port Arthur, que é famosa por ter sido praticamente uma prisão de segurança máxima e ainda guarda todo um sítio histórico sobre essa época. Devo avisar que a prisão não é dentro da cidade, é antes dela, e por isso eu não visitei Port Arthur em si. Mas não parece ter muito mais para ver também...
A entrada na prisão é cerca de 30 dólares (Isso é muito irônico... Pagar pra entrar na prisão...). Junto com o seu ingresso você recebe uma carta de baralho. Cada carta representa um preso (Ou convicto, como eles chamam) e você deve procurar pela sua entre as imagens em tamanho real para conhecer quem você representa e porque foi preso e depois procurar pelo nome dele em uma parede para descobrir o que aconteceu no final.
Não parece muito uma prisão, né?

Apesar da história meio sombria, a antiga prisão agora é um lugar lindo, com um gramado perfeito e muitas florzinhas do campo. Olhando assim não dá pra imaginar que alguém quisesse fugir um dia. Tem também as casas de vários oficiais, um hospício e parte das solitárias, que ainda estão em bom estado, e algumas ruínas, da própria prisão, da igreja (Que podia ser vista de qualquer ponto) e do hospital. Tem também um lindo jardim criado em homenagem às mais de 20 pessoas que morreram quando um homem armado invadiu o café mais famoso do sítio histórico. Como você pode perceber, tudo era muito bonito e interessante, mas o clima era pesado, principalmente depois que você houve as histórias das guias. Duas delas:
O Canguru Fujão: Port Arthur fica em uma península e sua única ligação com o continente é uma estreita faixa de terra chamada de Eagle Neck (O pescoço da águia). Exceto pelo Eagle Neck ao norte, os pontos mais próximos de Port Arthur são a Austrália continetal a oeste, a Nova Zelândia (Ou o Chile) a leste e a Antártida ao Sul. Ou seja, nada de fugir nadando. Sendo o Neck a única saída, havia guardas de plantão o tempo todo e a única chance dos prisioneiros era passar por eles ou conseguir um barco disposto a levá-los por outro caminho. Um deles teve uma ideia brilhante: Matou um grande canguru, se vestiu com a pele e atravessou o Neck pulando calmamente. Porém, o que ele tinha de inteligência ele tinha de azar. Um dos oficiais ao ver o animal decidiu que estava com muita vontade de comer canguru. E assim morreu um fugitivo brilhante.
O Barco Aborígene: Após recapturar um dos fugitivos de Port Arthur os guardas o interrogaram sobre como conseguira escapar. O homem respondeu que encontrou uma grande árvore, construiu uma canoa ao estilo aborígene e com ela navegou tranquilamente até Hobart. Os guardas riram dele e disseram que isso era impossível. Desafiado pelos guardas, ele simplesmente construiu outro barco e fugiu novamente.
A visita às solitárias também é interessante. Elas são terrivelmente escuras e apertadas, o que justifica totalmente a necessidade de construção de um hospício ao lado. Outra coisa assustadora é que quando você entra nessa que é a parte mais sombria de todas os alto falantes tocam sons de correntes e gritos. Daí você já imagina quão agradável deve ser o tour de fantasmas que é oferecido no local durante a noite.
Hospício

Reza a lenda que essa é a casa mais assombrada
de Port Arthur

Igreja, O Olho de Deus

É uma prisão, mas o chão é coberto de flores
do campo

O ingresso inclui um passeio de barco. Boas companhias vendidas separadamente. Hahaha

 Depois disso tudo ainda sobrou um tempinho para ver o Tasman Arch, um arco de pedra sobre o mar, e o Blow Hole (Buraco que esguicha), que é um buraco ligado ao mar. Cada vez que uma onda bate contra as paredes do buraco ele espirra água pelos ares. Ambos foram adicionados ao roteiro por acaso e valeram muito a pena. Aí foi só voltar pra Hobart e se preparar para a próxima: Freycinet.

Tasman Arch

Blow Hole. Dá pra ver o esguicho?

quarta-feira, 19 de fevereiro de 2014

É assim que a banda toca II

Under the sea...

Fala, Brasil!!
 Acho que já deu tempo de todo mundo enjoar das músicas que coloquei aqui, então já é hora de renovar nossa playlist! Claro que algumas músicas que são sucesso aqui já devem ser suceso no Brasil também, então vou deixar só os nomes aqui e caso você tenha passado os últimos meses em coma joga aí no Google para ouvir: Timber, do Pitbull feat. Ke$ha, Can't Remember to Forget You, da diva Shakira, Team, da vencedora mais antipática do Grammy, Lorde e toda a trilha sonora em inglês de Frozen (Na verdade só Let It Go e Do You Wanna Build a Snowman estão mesmo fazendo suceso, mas eu estou viciada em todas, até nas que foram deletadas do filme e que você pode achar aqui).
Tem também um punhado de músicas que fazem sucesso mas que eu não gosto e não vou divulgar pra não ter que ficar ouvindo por aí. Hahahaha Agora todo mundo pega papel e caneta e tesoura sem ponta e anota as músicas que possivelmente ainda farão sucesso no Brasil e tire onda de vidente com os coleguinhas:

1- Happy, Pharrell Williams
Existe uma boa possibilidade de que essa coisa já tenha chegado ao Brasil até porque já existe um site que permite ouvir Happy por 24hs sem parar e a música foi indicada ao Oscar de melhor canção (Concorrendo contra Let it go, let it gooo... Amo!) por sua aparição em Meu Malvado Favorito 2. O fato é que a música é legalzinha mesmo e está no topo das mais ouvidas na Austrália desde... sempre, eu acho. E vendo o clipe protagonizado pelos Minions não podemos culpar os australianos...

2- I See Fire, Ed Sheeran
Continuando no ramo cinematográfico, I See Fire é a música que toca durante os créditos de O Hobbit- A Desolação de Smaug, uma escolha bastante adequada diga-se de passagem. Caso você, pequeno e distraído gafanhoto, não tenha prestado atenção ou, pior, não viu o filme, os australianos o fizeram por você e mantêm a canção no top 10 há algum tempo. Mas não chore, temos a música e cenas do filme para você:

3- Borrow My Heart, Taylor Henderson
Taylor Henderson foi o segundo colocado no X-Factor Austrália (Por que, Senhor, por quê?!?!) mas como ele era infinitamente melhor e mais simpático do que a vencedora, apesar de os australianos em um lapso de loucura não terem votado nele para ganhar a porcaria daquele programa compensaram essa cagada tornando a música dele uma das mais vendidas do país. Se alguém está interessado em saber do que eu estou falando, dá o play! (Não, gente, ele não é bonito mesmo)



4- All Of Me, John Legend
 Pausa nesse rancor que você tem do mundo, esse é um momento para acreditar no amor verdadeiro. Por quê? Eu digo porquê. O menino John Legend escreveu essa música para cantar de surpresa para sua futura na época e agora atual esposa no altar. Agora deixa de preguiça e vai procurar a letra dessa obra-prima! Melhor, vai procurar uma noiva(o) e os músicos e se case ao som disso agora!
Pronto. Agora podemos todos lembrar que esse papo de amor é só um golpe de marketing.
5- Can we dance, The Vamps
Por que eu gosto dessa música? Boa pergunta, nem eu sei. Ainda mais com um nome de banda barango que nem esse. Talvez seja a batida, ou a voz estranha do vocalista, ou a letra engraçadinha que me lembra meus próprios amigos (Va-i-pro-cu-rar!), o fato é que na primeira vez que eu ouvi (Antes de começar a tocar a cada 15 minutos no rádio) eu já me apeguei e gastei meu precioso tempo para descobrir o nome dela e baixar. Aproveite que você não terá esse trabalho e escuta aê!
Agora chegamos na parte em que eu gosto das músicas mas não tenho nada legal para falar delas, apenas não me incomodo nas milhares de vezes em que tocam no rádio. Quem sabe um dia algum de nós se apegue a elas...
6- Rude, Magic!
Um reggaezinho pra relaxar...
7- Trumpets, Jason Derulo
Quem precisa de uma letra de verdade quando temos trompetes?

8- Free, Rudimental feat. Emeli Sandé
Alguém interessado em uma música motivacional?
As duas últimas canções da lista não são exatamente novas, mas andaram sumidas e por alguma razão voltaram com tudo e não param de tocar:
9- Say Something, A Great Big World and Christina Aguilera
Essa tem uma explicação muito boa de onde renasceu. Os EUA também têm um X-Factor e os vencedores lá foram um casal chamado Alex e Sierra que namoram na vida real, o que já contribui bastante para a simpatia do público, mas eles são realmente bons. E a música em que eles fizeram seu melhor dueto, disparado, foi Say Something, ressuscitando a canção para o topo das listas.
 Temos também a versão do Alex and Sierra, caso alguém tenha ficado curioso...
10- Count On Me, Bruno Mars
PelamordeDeus, você já ouviu falar do Bruno Mars, certo? Aquele que canta Billionaire, Just the Way You Are e foi a atração da final do Super Bowl esse ano... Vamos assumir que sabe do que eu estou falando. Pois bem, ele está vindo fazer uma turnê pela Austrália e isso significa que as rádios desenvolveram uma simpatia repentina por ele e tocam as músicas praticamente da carreira inteira. Essa daí é de 2010 e é fofíssima, não sei porque não estourou até hoje. E vou deixá-la aqui por último em homenagem a todos os meus amigos, de todos os países :)  (Quer saber qual a mensagem? G-O-O-G-L-E! JÁ!)





terça-feira, 11 de fevereiro de 2014

Hobart

Se acostumem com ele. Não vou falar da Tasmânia sem o Taz e ponto final!

Aloouuu meu povo!
  Bora continuar a dar a volta na Tasmânia. Saindo de Launceston nós fomos para Hobart, o que significa que saímos quase do extremo norte da ilha para quase que o extremo sul em uma viagem de menos de quatro horas. Deixamos nossas coisas no Hobart Hostel, que, acreditem, tem donos portugueses! A vida é assim, amigos, você sai do Brasil onde as pessoas falam português, vai morar em Sydney onde parece que todas as pessoas falam português e aí resolve ir pro fim de mundo que é a Tasmânia e ouve o quê? Sim! Português! Inglês pra quê, né? E nessa brincadeira eu aprendi que não sei português de Portugal. Haha
Hobart vista da metade do Mount Wellington
 Arranjamos um almoço e fomos para o Mount Wellington, que é o ponto mais alto de Hobart e um dos mais altos da Tasmânia. Reza a lenda que em um dia claro é possível ver a cidade de Port Arthur lá de cima. Mas infelizmente esse dia era o oposto de claro e não dava para ver nem cinco metros para a frente, muito menos Port Arthur. Muuuita neblina no topo e, como em qualquer lugar alto, frio. MUITO frio! Comemos o almoço dentro do carro mesmo e saímos só pra tirar uma foto com fundo branco.
Linda vista, não? Quando eu digo nós, é esse povo lindo aí

Na descida do Mount Wellington decidimos parar para conhecer um lugar marcado no mapa como Fern Trees and Silver Falls. Como esse era embaixo não tinha neblina (Apesar de ainda ser frio, porque tudo era frio) e eu particularmente achei mais legal. As Fern Trees são uma espécie de palmeira, até bonitas, mas para quem vem de um país com palmeiras até na praia não tem muita emoção. Na entrada do lugar tinha algumas mesas de piquenique com árvores enooormes e floridas que eu achei bem mais interessantes. Para chegar até as Silver Falls você deve seguir os canos de uma estação de tratamento de água (A Tasmânia tem dois rios imensos, Cataract Gorge é o segundo, imagina o primeiro, e por isso usinase estações de tratamento lá são mato), passando pela versão antiga e desativada até a nova, no topo das Silver Falls, que são pequenas, mas lindas!
Silver Falls

Ainda Silver Falls

Isso é uma Fern Tree

Na Tasmânia nunca escurece (Mentira, escurece por volta das 21hs) e portanto ainda havia tempo para fazer mais coisa. Jogamos no Google e as pessoas pareciam recomendar um passeio por Salamanca Place, aparentemente um centro comercial. O que tem lá? Comida, basicamente. Tem um porto de onde saem tours para vários lugares, restaurantes de todo tipo e um mercado de frutas e legumes, tudo em prédios de estilo antigo, bem bonitinhos. Não fique triste se você quer comprar e não comer porque o lugar é bem pertinho do centro de Hobart, onde existem lojas de tudo.
Dormimos cedo, pra variar, e partimos para a estrada. O dia estava lindo e atrás de nós podíamos ver o topo de Mount Wellington, iluminado pelo sol. As pessoas de sorte lá encima provavelmente podiam ver nosso próximo destino: Port Arthur.

domingo, 9 de fevereiro de 2014

Launceston


Eu sei que ele não é um personagem da Disney! Mas é a Tasmânia!!!

Alooouuu Brasil!!
 Quanto tempo a gente não se fala, né? O problema é que depois do Ano Novo eu comecei um curso de verão que envolvia... adivinhem só... fazer um blog! Daí que meu tempo de postagem foi todo gasto por lá e depois que acabou eu viajei (De novo) e só agora tive tempo de voltar. Desculpas esfarrapadas dadas, vamos à minha viagem depois da Tailândia: Tasmânia (Cuidado para não confundir as duas).
 A Tasmânia (Pasmem) não é um país e sim um estado da Austrália, uma ilhazinha lá no sul (Leia-se aqui, fria). Compramos as passagens de Sydney para Launceston, a segunda maior cidade do estado, atrás apenas da capital Hobart. E devo dizer que isso não é grande coisa porque a cidade é pequenininha assim mesmo.
Apenas um lago perdido na estrada

 Primeiro pegamos nosso carro alugado, deixamos nossas coisas no hostel e fomos para Cataract Gorge. Isso nada mais é do que um rio muuuito grande e violento, como diria a Bárbara, parece daqueles filmes de terror no rio. Mas o lugar é lindo, tem uns gramados em volta, um teleférico e uma ponte suspensa para passar por cima do rio, pavões soltos e algumas caminhadas, uma delas leva a uma Usina Hidrelétrica desativada (Eu acho).
Ponte suspensa com Dolphin Team!

Parque de Cataract Gorge

Riozinho fraco...

Ponte suspensa de longe

Caminhada para a usina

Vista do teleférico

Pavões

Esqueci de mencionar que cangurus selvagens são beeem comuns na Tasmânia

 Depois ainda nos sobrou tempo para visitar o City Park, que parece um mini jardim botânico. Tem uma estufa de orquídeas linda e uma jaula com macaquinhos brancos de cara vermelha bastante simpáticos.

Elas não são lindas?


E não coloquei nem a metade


Todas as idades possíveis











E daí foi dormir cedo e partir cedinho para Hobart...